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Escocesa tenta abrir porta … a 32.000 pés!

portapqAnn Gilmour, uma escocesa de 47 anos residente em Glasgow, tentou abrir uma porta no avião em que seguia, a 9.500 metros de altitude, para se suicidar. O incidente aconteceu em um voo Air France de Paris para Edimburgo no dia 7 de Janeiro deste ano.

A passageira começou a ser julgado no final de Maio, acusada de negligência e imprudência e por colocar em perigo uma aeronave e as pessoas que seguiam a bordo.

O tribunal foi informado que o deixou o aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, na manhã de 7 de Janeiro, com cerca de 100 passageiros, dois pilotos e dois tripulantes de cabina.

Cerca das 11h30, a cerca de meio caminho entre Paris e Edimburgo, um dos elementos do pessoal de cabine viu a acusada ficar em frente da porta de saída da frente da aeronave. Ann Gilmour chegou a pegar na alavanca e chegou a rodá-la. Mas foi afastada por uma hospedeira.

E teria sido possível abrir a porta porque esta não estava trancada.

Uma luz de aviso acendeu no cockpit e o comandante Guillaume Charvieux contactou de imediato o controle aéreo para informar do sucedido.

portagdA passageira foi colocada num lugar junto a uma janela e impedida de sair de lá até o avião aterrar.

Ann Gilmour estava a chorar quando foi detida à chegada ao Aeroporto Edimburgo. Ela disse aos agentes da polícia que quis abrir a porta para saltar e morrer, e confessou que não se preocupara com as consequências para os outros passageiros.

As declarações do capitão Charvieux informaram o tribunal que tal acto produziria uma despressurização tremenda na cabine gerando uma catástrofe mal a temperatura dentro da aeronave ficasse a 50 graus negativos.

A passageira estava a ser medicada para o estado depressivo e de ansiedade em que se encontrava.

No entanto o advogado de defesa da passageira alegou que um avião aterrou em segurança depois de um incidente idêntico em Abril deste ano, no Canadá, quando a porta exterior do aparelho foi aberta por um homem a 7.000 metros de altitude.

Perante esta alegação o tribunal adiou a sentença para recolher mais informação.