Research
Doenças a bordo podem aumentar
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04 Dec 2011
A utilização de aviões de maior alcance, capazes de voar por 20 horas, e o embaratecimento dos custos dos bilhetes na aviação comercial vieram aumentar a frequência de problemas médicos relacionados com a chamada "síndrome da classe económica".
Esta conclusão foi avançada por um estudo norte-amerciano publicado na revista médica "The Lancet", onde o coordenador do estudo, Mark Gendreau, do Centro Médico Lahey, de Burlington (EUA), assinala que "os casos médicos em aviões aumentaram sua frequência porque um número crescente de indivíduos com problemas médicos no seu historial clínico passarem a viajar de avião".
O autor chama também a atenção para o facto de "novos aviões, como o Airbus A380 e o Boeing 777 LR, capazes de fazer viagens até 20 horas, aumentarem o risco para um número de passageiros com uma condição de saúde frágil que podem sofrer mudanças fisiológicas associadas ao voo". Os afectados são principalmente pessoas com problemas cardíacos ou pulmonares, “cujos sintomas são exacerbados pela redução do oxigénio causada pela pressurização da cabina, num processo quase imperceptível que se acumula a cada viagem”.




